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CPH vai realizar estudos para ampliar terminal hidroviário de Gurupá

POR Reprodução | 2020-02-15 09:58:53 | 175

Com objetivo de facilitar o escoamento da carga e produção do município de Gurupá, no arquipélago do Marajó, a Companhia de Portos e Hidrovias do Pará (CPH) vai realizar estudos técnicos para ampliar o terminal hidroviário da cidade. Na manhã desta sexta-feira (14), o prefeito do município, João da Cruz Souza, foi recebido pelo presidente da CPH, Abraão Benassuly, para tratar sobre a demanda.

"O governador tem nos orientado a sempre fazer o melhor pelos usuários que dependem do modal hidroviário. Neste sentido, o prefeito de Gurupá nos procurou para pedir apoio na ampliação da capacidade física do terminal hidroviário e atender melhor passageiros e produção local. O prefeito deve nos apresentar uma proposta de reforma em breve. Após isso, vamos começar a realizar estudos técnicos por meio dos nossos engenheiros da CPH", destacou o presidente da CPH, Abraão Benassuly.

De acordo com o prefeito João da Cruz, o terminal hidroviário da cidade foi reformado em 2013, mas diante do crescimento do número de passageiros, e aumento da produção local, precisa de ampliação.

"O município de Gurupá tem uma linha portuária muito utilizada, pois é rota para viagens na região do Xingu e municípios do Amapá e Amazonas, e com isso, gera um fluxo de pessoas e cargas muito grande. Nestes últimos anos, percebemos que o espaço ficou pequeno e estamos solicitando a ampliação, principalmente de uma área de carga porque hoje os passageiros e cargas utilizam o mesmo espaço para embarques e desembarques" - João Cruz, prefeito de Gurupá.

A futura ampliação da estrutura vai melhorar a economia do município e facilitar o escoamento da produção local de açaí, pescado e farinha, que são os principais itens produzidos na cidade. O município de Gurupá tem cerca de 30 mil habitantes e tem como principais atividades econômicas a agricultura e pesca. "Terei uma audiência com o governador e vou tratar dessa questão, depois devo retornar a CPH para dar início ao processo", afirma João da Cruz.

 

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